DESTILADORA DE ÁGUA

Destiladora de aguaA água contém todo tipo de metais pesados e outras substâncias não desejadas. A Dra. Clark, no seu livro: a cura e prevenção de todos os cancros, expõe que o primeiro e mais importante para deter um processo degenerativo é utilizar água que não contenha cloro nem agentes imunossupressores principais. A destilação é um processo simples e barato de obter água livre dos tóxicos que comprometem a nossa saúde. Beber e cozinhar com água destilada é fundamental para qualquer pessoa que pretende manter a sua saúde e, sobretudo para aquelas que sofrem processos degenerativos.

Manipulação da destiladora de água.

  1. Colocar água num balde destilador até à linha indicada com a palavra FULL.
  2. Colocar o filtro de carbono. Arrefecer primeiro a lingueta na sua posição e depois introduzir o outro extremo até ouvir um “click” que nos indica que encaixou corretamente.
  3. Colocar a tampa superior sobre a base da destiladora e conectar o cabo da tampa à ligação da base.
  4. Colocar a jarra de cristal debaixo da saída de água que se encontra no filtro de carbono. Conectar a destiladora à corrente elétrica e apertar o botão de aceso. A duração do processo é de 4 horas para cada 4 litros de água (máxima capacidade do aparelho).É possível destilar uma menor quantidade de água, se desejar, sendo menor o tempo de destilação.

A ÁGUA

  • Para eliminar os tóxicos do nosso organismo, o primeiro a fazer e o mais importante, é diminuir a ingestão dos produtos procedentes da água. Hoje em dia, praticamente a totalidade das águas “potáveis” de todo o mundo possuem tóxicos como: polónio, corantes ozóicos, metais pesados, amianto, benzeno, cianidas de ferro… Mais ainda, nos cloros normalmente utilizados para desinfetar as águas a Dra. Clark encontrou: radiação alfa, antimónio, arsénio, amianto, bário, benzeno, boro, cádmio, cério, colrantes ozóicos, cromo III e IV, cobalto, cobre, dodecane, desprosio, europeio, molibdeno, cianidas de ferro, PCB’s, polónio, prometio, ruténio, silicone, galodínio, hólmio, índio, lanton L, estroncio, tantalio, tungsténio e urânio R. A água clorada, é portanto, umas das maiores fontes de substâncias imunossupressoras e, consequentemente, também os alimentos que se regam e se cozinham com ela.
  • Para eliminar a ingestão de tóxicos através da água uma opção é a de beber água procedente de destiladora, e que utilizaremos também para cozinhar. (com isto queremos dizer que devemos destilar a água utilizando uma destiladora caseira e evitar comprar água destilada, já que na maior parte das águas compradas com a denominação de “destiladas” encontramos metais pesados.)
  • A diferença entre os doentes de cancro e as pessoas que não o padecem radica na existência de dois tipos de água, e principalmente de dois tipos de cloro acrescentado. O mais tóxico é onde encontramos ferrociadina potássica e, portanto o que nos conduz ao desenvolvimento do cancro. E, por outro lado, está o cloro aprovado pela NSF (Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos da América) no qual encontramos ferricianida potássica que segundo os estudos da Dra. Clark não favorece o cancro, se bem que pode causar outros tipos de patologias graves.
  • Dentro dos cloros descobrimos que a toxicidade se altera dependendo da zona geográfica. Na Europa, os doentes de cancro tinham ingerido cloro muito alto em polónio (radioativo) e corantes ozóicos, mas menos alto em benzeno e PCB’s que noutras zonas do mundo.
  • Todos os cloros utilizados, tanto o aprovado pela NSF como outros, apresentam partículas de polónio e (elemento lantânido) que são os dois primeiros elementos na cadeia que forma um cancro.
    A diferença entre aqueles que não formam cancro reside no terceiro elemento, que é a partícula de ferrocianida (para os que padecem cancro) ou de ferricianida (para os que não o padecem).
  • Nos cloros que causam cancro, a doutora encontrou radiação alfa, antimónio, arsénio, amianto, corante ozóicos, bário, benzeno, boro, cádmio e outros agentes tóxicos.

Para beber e cozinhar que água deve ser utilizada?

  • As águas minerais, geralmente, são de boa qualidade, mas durante os processos de manipulação e embalagem acumulam tóxicos, o perigo de ingerir água mineral não está na própria água, mas nos tóxicos que posteriormente acumulou. Podemos garantir que muitas das marcas testadas com o sincrómetro possuem os cinco imunossupressores, além de partículas de cloro não apto e, que provavelmente, cheguem à água, provenientes das máquinas de embotelhamento ou das próprias embalagens.
  • A melhor forma de conseguir água de boa qualidade é através da destilação. Para guardar a água, devemos utilizar, evidentemente, recipientes plásticos de polietileno 2 ou vidros, já que outro tipo de material na embalagem que vamos utilizar, incluído o plástico utilizado normalmente em muitas águas minerais, poderia contaminá-la.
  • Comprar água já destilada não é uma boa ideia porque de forma geral também apresentam partículas tóxicas pelo mesmo motivo que as águas minerais.
  • Porquê é que o processo de produção de água destilada é o melhor?
    O objetivo perseguido ao beber é a hidratação, o que é o mesmo conseguir H2O. Durante a destilação, a água sofre um processo de vaporização através do qual perde os tóxicos que contém, como minerais inorgânicos e os patogénicos. Posteriormente é condensada e coada por um filtro de carvão vegetal que a transforma em água pura, simplesmente moléculas de hidrogénio e oxigénio. Esta água não contém minerais inorgânicos que não podem ser assimilados pelo organismo, já que os únicos minerais que podemos absorver são os orgânicos, quer dizer, previamente sintetizados por plantas ou minerais. Os minerais presentes na água não destilada, ao não serem absorvidos acabam por serdepositados nas paredes intestinais, artérias, articulações, rins… Os únicos seres vivos que podem assimilar os minerais inorgânicos são as plantas. A água destilada não provoca desmineralização, como afirmaram alguns setores da saúde. A água não pode extrair nada nem das células nem dos tecidos nem de nenhum mineral que forma parte da sua estrutura.
  • A água destilada limpa, apenas, o organismo dos minerais inorgânicos que nos sujam e que o organismo não pode assimilar.
    Relativamente a outra crítica que afirma que a água destilada acidifica aquando do seu contato com o ar, temos que concordar, mas este facto não será o responsável por um aumento da acidose orgânica, já que esta depende fundamentalmente do correto funcionamento de rins e fígado. No entanto, esta leve acidose das águas destiladas pode ser corrigido acrescentando ¼ de colher de bicarbonato sódico testado por cada 4 litros de água, para quem o desejar. A água da chuva seria ideal para beber ao estar destilada, mas o problema é que atravessa a atmosfera e acumula todo o tipo de tóxicos com os quais se encontra.

A ÁGUA DESTILADA: VERDADES E MENTIRAS

Imaginemos que há uma causa comum para todas as doenças. Pode ser que tanto a artrite, pedras dos rins, vesícula, arteriosclerose, engrandecimento do coração, enfizema, obesidade e obstipação, cataratas, glaucoma, diabetes como tantas outras afeções, tenha apenas uma origem comum: a ÁGUA.

Todos nós consumimos água diariamente, o único elemento que mais necessitamos e que menos julgaríamos ser o responsável de muitas anormalidades.

Água pura para uma vida longa.

Em antigos textos chineses, encontramos a expressão “água de longa vida”. Esta água era recolhida com muito esforço nos cumes das regiões montanhosas e estava, exclusivamente, à disposição dos altos estratos da sociedade.

Era água de chuva ou orvalho, proveniente da fusão da neve. Trata-se de água pura. Através do processo de evaporação e de condensação sob a forma de chuva, a natureza limpa a água. Atualmente, o mesmo não ocorre, já que a atmosfera contém muitas partículas suspensas que contaminam a água de chuva. Há dois argumentos contra tomar água pura:

Em primeiro lugar a diferença da pressão osmótica. E para provar realizou-se, uma experiência em proveta, introduzindo células animais em água pura. As células dilatam e explodem. A causa é evidente: duas soluções de contração distinta tendem a igualar-se. Por isso, vai entrando cada vez mais água na célula até que a membrana já não suporta a crescente pressão interior e explode. Os que se opõem à água pura pensam que o mesmo pode ocorrer no corpo.

Trata-se, sem dúvida de um erro, já que partimos de um pressuposto falso. Desde que a água entra pela boca vai perdendo a sua pureza e quanto mais penetra no corpo, mais se carrega de impurezas. Mas é aqui onde intervém o efeito purificador dos chineses que nos levam à longa vida.

O segundo argumento consiste em que deste modo se eliminam sais minerais do corpo, muito valiosos, o que acarreta carências perigosas para a saúde.

A água destilada não exerce qualquer tipo de ação sobre as moléculas orgânicas da nossa estrutura celular. O rim é um órgão que só limpa algo inútil e nocivo como a cal, o sódio e outras substâncias que podem conter a água. Por isso a afirmação de que a água destilada retira os minerais do corpo é totalmente falsa. A ação da água destilada é sim, retirar, minerais inorgânicos que não são assimilados pelas nossas células.

A água mineralizada ou calcária produz no espaço intercelular uma espécie de pântanos, que inibem os processos metabólicos. O fato de beber água pura permite precisamente que estes poços se evacuem. Isto é demonstrado pelas medições de água eliminada.

O corpo não cede às substâncias minerais contidas nas suas células se não é necessário. A inteligência do corpo é tal, que os sais minerais são eliminados através da pele até do interior do corpo, em função das necessidades. Deste modo, são selecionados especificamente e reintegrados. Esta descoberta foi realizada por cientistas japoneses, que estudavam o comportamento de desportistas.

Se não estivéssemos a falar de um assunto tão sério, poderiam parecer cómicas as próximas anedotas: em países como Estados Unidos e vários países asiáticos, a água pura, ou destilada, é vendida nos supermercados, como água para beber. Na Tailândia inclui a etiqueta: “esta água é boa para a saúde”. Ao mesmo tempo, estudantes europeus de medicina avaliam se esta água pode ser prejudicial para a saúde, ou, até uma ameaça mortal.

A destilação a vapor é, na verdade, o procedimento utilizado pela natureza para purificar a água. A única diferença reside em que na natureza, a destilação é realizada a frio e a de uma destiladora é efetuada a calor. A água é aquecida até que se evapora e logo conduzida ao seu estado anterior através de espirais que a resfriem. Todas as impurezas ficam no recipiente onde a água foi aquecida.

A água ao perder a informação na destilação por vapor, e uma vez que a ordem das moléculas de oxigénio e hidrogénio foi perturbada é recomendável recarregar a água obtida com informações positivas, expondo-a, ou inclusive gravando-a, com uma música agradável.

Água destilada ionizada:

A água recém-destilada está quente, encontra-se ionizada quando a fervemos, e carrega-se e satura-se com iões negativos de oxigénio. Os iões de oxigénio são gerados através das borbulhas da água a ferver.

Ao bebermos pequenos goles desta água durante o dia, os tecidos do corpo começam a ser limpos sistematicamente e eliminados determinados iões carregados positivamente (aqueles associados à alta acidez e às toxinas).

As toxinas e os restos têm uma carga positiva e tendem a fixar-se ao corpo, que está carregado negativamente. Á medida que os iões negativos de oxigénio entram no corpo, são atraídos para o material carregado positivamente. Isto transforma os restos em matéria líquida neutra, facilmente evacuada pelo corpo.

Durante os primeiros dias depois de limpar os tecidos do corpo desta forma, a língua pode adquirir uma cor branca ou amarela, um indício de que o corpo está a eliminar muitos desperdícios.

A água mantém-se ionizada durante 12 horas ou enquanto permanece quente. É recomendável beber uns goles desta água tão quente quanto aguentar, a cada meia hora. Este método pode ser utilizado em qualquer momento, ou quando não se sentir bem, se tiver a necessidade de se descongestionar, se quiser manter o sangue fluido ou simplesmente para sentir-se mais enérgico e limpo. Há quem a utilize durante um tempo determinado (3-4 semanas) e quem a utilize continuamente.

A água destilada elimina do corpo os depósitos minerais inorgânicos.

Depois de dissolvidos os depósitos minerais, exercícios musculares lentos podem obrigar os venenos dissolvidos e os produtos de resíduos dos tecidos a entrar no sangue, para que este leve os resíduos aos órgãos de excreção. É então quando estes órgãos podem exprimir e despejar os produtos dos resíduos para fora do corpo. Os grandes cientistas contemporâneos atestam que o envelhecimento e até a morte, é resultado de resíduos de venenos que não se eliminaram do corpo. O Dr. Alexis Carrel, tornou o tecido do coração aparentemente imortal ao lavar regularmente os resíduos das células.

  • Os minerais inorgânicos não podem ser assimilados pelo corpo, a menos que não estejams quelatizados em moléculas orgânicas. Os únicos minerais que o corpo pode utilizar são os minerais orgânicos. Todos os demais são minerais estranhos ao corpo, e têm de ser depositados de alguma forma dentro do mesmo, ou expulsos imediatamente.
  • As plantas são as únicas que precisam de minerais inorgânicos, já que estas podem transformá-los em orgânicos. E desta forma o nosso corpo pode assimilá-los. Por exemplo: o vinho está composto de água destilada. Toda a água que passa pelas raízes das plantas transforma os minerais inorgânicos em minerais orgânicos e destila a água ao mesmo tempo.
  • Nós invertemos este processo. Consumimos água pura saturada de minerais sem precatarmos de que o corpo não é capaz de assimilar estes nutrientes eficientemente. Por isso são depositados nas paredes intestinais, artérias, articulações, rins, fígado… Os depósitos de cálcio no ouvido interno causam surdez, nas válvulas e compartimentos do coração formam-se placas com depósitos de minerais, tornando necessária a cirurgia.
  • Ao beber água destilada, esta água pura recolhe minerais que se depositam nos intestinos, articulações, e outras partes do organismo e começam a expelir as mesmas. As pedras dos rins reduzem-se, pouco a pouco, da mesma forma que nas dores artríticas as artérias ficam mais elásticas até que a pressão do sangue tende a normalizar-se. Um motor cheio de lixo não pode trabalhar eficientemente se não se limpa, da mesma forma que o corpo humano não pode funcionar bem se os condutos articulares, artérias, células, nervos, etc, não estiverem livres de depósitos de minerais.

Uma pessoa que durante a sua vida toma água pura não destilada, pode chegar a acumular no seu organismo 450 corpos de minerais sólidos. Estes resíduos podem ficar retidos nos órgãos vitais do organismo da mesma forma que se acumulam “borras” no fundo da cafeteira, causando traumas ao corpo.A destilação da água é a única solução para eliminar todas as impurezas.

Outros benefícios da água destilada:

O chá tem mais sabor se o ferver com água destilada. O café requer menos dose de grãos. O gelo forma cristais mais claros, a comida digere-se melhor e as vitaminas assimilam-se mais facilmente tornando-se mais efetivas. O corpo aproveita mais os nutrientes das comidas e o sangue transporta maior quantidade de oxigénio, função de máxima importância para as células vivas. A comida mantém-se mais tempo sem se estragar.

Vegetais como as ervilhas, feijões e legumes são efetivos para suavizar a água. Estes absorvem determinadas quantidades de minerais na água, perdendo um 50% do seu valor nutritivo (como vitamina B1). O café e o chá perdem o seu verdadeiro sabor quando se utiliza água pura. Isto explica os diferentes sabores que encontramos em diferentes lugares.

A água pura não afeta toda a gente da mesma maneira.

Das cento e seis substâncias químicas e minerais diferentes que encontramos na água cada pessoa pode tolerar uma, mais de uma ou uma combinação destas. Os depósitos minerais acumulam-se em diferentes partes do corpo provocando diferentes sintomas. Se estes depósitos cobrem as paredes dos intestinos, pode ter como resultado a obstipação e a obstruçãodas paredes filtradoras dos rins, cujoo resultado pode ser um transplante do órgão, ou pedras nos rins. Se danificarem os compartimentos ou as válvulas do coração será necessário um transplante do órgão.

As crianças precisam tomar água destilada?

Claro que sim. As crianças nascem livres de contaminantes e qualquer imundice em pequena quantidade pode ser severa para elas. Ainda não se adaptaram ao meio. Qualquer rubor ou irritação pode ser causado pelos depósitos de água pura que se acumulam nas saias e nos vestidos. De vez em quando, pequenas quantidades de nitratos podem ser de fatal consequência para uma criança recém-nascida.

Podemos desidratar se bebermos exclusivamente água destilada?

A água é água e nada mais.

Todas as águas são exclusivamente H2O. Não existe outra água que não seja esta. H2O da água não é distinto de outra água, nem tem outras propriedades, nem atua de outra forma distinta dentro do organismo. Nem para bem nem para mal. Na verdade o único que distingue a uma água de outra é exclusivamente a que acompanha em dissolução ao H2o; sejam minerais inorgânicos, sejam venenos. A estes acompanhantes podemos considerá-los como contaminantes desse H2O.

Podemo-nos desmineralizar ao beber exclusivamente água destilada?

Depois do ar, a água é o nutriente mais necessário.

A água destilada só arrasta consigo os depósitos calcificados. Mas nem a água nem nenhum outro líquido dos que bebemos pode deixar as células e os tecidos sem minerais uma vez que esses minerais formam já parte do organismo e se transformam em elementos orgânicos da própria estrutura arquitetónica dos tecidos.

Somente os minerais inorgânicos que são recusados pelas células e tecidos do corpo são arrastados consigo pela água destilada para ser eliminados.

A água destilada limpa só o que é inútil e nocivo, como a cal, sódio… A água destilada possui algo inerente a si mesma que lhe faz atuar com um magnetismo capaz de atrair e recolher esses minerais varridos pelas células e através da limpeza e do sangue os transporta até aos rins onde são eliminados para o exterior.

Devemos saber também que os minerais que acompanham a água não destilada se encontram na forma inorgânica, desta forma como o organismo não os pode utilizar com um fim benéfico acabam por provocar uma intoxicação.

Métodos de vitalização, energização ou pranizaçao da água.

A teoria do prana procede do Oriente, mais concretamente da Índia (os japoneses denominam ki, e os chineses de Chi) e ainda que o ato de energizar a água seja muito defendido pelos praticantes do Hatha Yoga, é certo que é muito difícil poder demonstrá-la para a mentalidade ocidental.

Embora se possa questionar se os efeitos da água pranizada não são devidos sem a sugestão, a realidade é que permite apurar a água e que desta prática não deriva nada mau.

A forma de energizar a água consiste em passá-la de um recipiente a outro mais ou menos 8 vezes seguidas, desde uma altura de mais ou menos de meio metro, antes de bebê-la.

O prana existe na água, ainda que em diferente grau, segundo as condições físicas do líquido.

A água, corrente e viva, contem muita maior quantidade de prana que a água estancada ou morta.

A ciência ocidental limita-se a dizer que a água potável tem de conter ar, mas de acordo com os yoguis da India, é devido á carência ou presença do prana na água.

  • Enxaguar bem as pérolas, colocar num recipiente de vidro de quatro litros com água e deixar repousar durante 24 horas.

Quando se prepara a água de pérola, as pérolas transformam a água a nível molecular, criando o que Jim Carter chama “água magra”. A água forma moléculas únicas com dois átomos de hidrogénio e um de oxigénio que se mantêm unidos permanentemente. De algum modo, o cloro e o flúor da água dissipam-se e a água fica pura e limpa como se fosse de algum glaciar.

  • Cristal da rocha: um dos métodos mais simples consiste em colocar na jarra de um pequeno cristal de rocha redondeada e polida.
  • Imagens: colocar uma imagem de golfinhos saltando ou de uma natureza com cascatas, debaixo do recipiente de cristal que contem água.
  • Música: colocar um recipiente que contenha água destilada entre dois alto-falantes e assim expô-los aos sons (música clássica, Beatles…). A água reage às vibrações e armazena as mesmas.
  • Palavras: colocar uma inscrição no recipiente que contém água. No Japão acredita-se que cada palavra possui uma alma. Ao pronunciar cada palavra transmitimos um sentido e um sentimento. Ao dizer “obrigado” entramos em consonância com a alma dessa palavra e produz-se uma vibração.
  • Bioressonância: atualmente existem no mercado aparelhos ativadores de água. Demonstrou-se que aumentam o oxigénio e se reduz o ph.

A água destilada vitalizada ou sem vitalizar sempre será água pura e nunca poderá danificar o nosso organismo.

Ou seja, existem vários métodos para vitalizar a água, mas, recomendamos sempre, que seja a “água destilada” a que se vitalize, já que não duvidamos que seja boa e efetiva a vitalização, mas,mais importante que não contenha elementos patogénicos ou tóxicos, já que estes não desaparecem com a vitalização ou ativação da água.

Por outra parte, a doutora Hulda Clark no seu atual procedimento de cancro atribui uma importância crucial ao polónio e metais pesados como cobre, níquel, germânio, cobalto e ferro, além de outras partículas como a gordura do motor e o lubrificante de rodas.

Na maioria das águas minerais, e naquelas que supostamente são consideradas excelentes para muitos setores da saúde, encontramos vestígios destes minerais e partículas (recordar que as análises não conseguem detetar quando as partículas são excessivamente pequenas), mas estas sim podem ser detetadas através do sincrómetro criado pela doutora Clark.

Estas partículas intestinais não são motivo de grande preocupação para muitos, mas, para a doutora estas micropartículas são as que os glóbulos brancos tentam eliminar do nosso sistema, pelo que os glóbulos brancos intoxicam-se, ao não ser capazes de libertar-se dos elementos tóxicos que “absorveram” também a partir das partículas de azeite de motor ou gordura de rodamentos (presentes na maioria e nas águas).

Ao destilar a água estes problemas desaparecem, sempre e quando, as peças e os filtros das máquinas destiladoras, não tenham sido lavados com produtos clorados. Por isso, a doutora atribui tanta importância não só ao tipo de purificação, mas também à marca da máquina purificadora, já que muitas das que podemos encontrar no mercado acarretarão novo problema de intoxicação, mesmo que os fabricantes garantam o contrário.

Por outro lado, o polónio não se elimina com a destilação, só existe um tipo de filtro no mercado que o elimina totalmente, e este é o único que recomenda a doutora Clark para instalar na entrada de água do nosso domicílio, porque o importante é a água que bebemos, mas também na patologia degenerativa devemos utilizar água pura para cozinhar, assim como para a nossa higiene corporal e lavagem da roupa.

Se estivermos em contato com polônio, sempre existirá cancro.

Bibliografia:

  • Andreas Moritz: ‘Limpeza hepática e da vesícula’
  • Masaru Emoto: ‘O poder curativo da água’
  • Marc Ams: ‘Agua conexão. A água, o seu melhor remédio’
  • Allen E. Banick: ‘A escolha é clara’
  • W. Holderby
  • Alejandro González ‘Simplesmente água’
  • Hulda Clark: ‘A prevenção do Cancro’

Simplesmente Água

Essa que simplesmente é água e que parece a coisa mais normal do mundo, essa que todo mundo conhece como uma molécula tão simples como H2O, essa grande desconhecida é agata-borralheira da nossa casa e do nosso planeta.

O ser humano, que é o maior predador do mundo, encontra-se ante a água e começa a descobrir a grande dependência que tem dela. E que a esteve a utilizar como estrumeira e depuradora de toda a imundice, que a quis transformar, manipular, possuir e usar sem se dar conta de que é um ser vivo, o seu bem mais apreciado, base primordial da sua existência e fundamental para a sobrevivência. Depois de que a sujouquase até à exaustão, começa a sentir necessidade de ocupar-se dela, de cuidá-la, mimá-la, respeitá-la e se possível, até pedir-lhe perdão, o qual seria um bom exercício de humildade, já que sem ela não somos nada e perderíamos 70% do nosso organismo.

Da consciência que os nossos antepassados tinham sobre a água, pouco resta. Aquela parte reverenciada, mística, respeitosa eque limpa o corpo e a alma, viu-se reduzida a uma simples “H2O”, a fórmula química mais conhecida do mundo.

Mas temos que começar a perceber que a relação que mantemos com Ela, não é simplesmente pessoal é “transcendental”. Dela depende a vida no planeta. Interferimos no ciclo circulatório- curador -vivificador que se realiza neste planeta e hoje, os rios, lagos, pântanos, águas subterrâneas, chuvas e mares estão envenenados sem entendermos que este elemento é a condição prévia para qualquer forma de vida. É a substância mais importante não só em termos quantitativos, mas também de forma qualitativa. É o sangue de um ser vivo (Gaia), que ao adoecer, todos os seres vivos que existem neste planeta também.

Aproximemo-nos a Ela para contemplar e indagar sobre algumas das suas múltiplas facetas, como se nos aproximássemos a nós mesmos, pois é parte fundamental do que somos e por onde nos movemos. Podemos contemplar a água de tantos aspetos diferentes como a vida mesmo, já que é vida líquida, é o ar para os peixes e para nós a vida. Aproximemo-nos a Ela e apreciemo-la de forma ordenada, que ao ter tanta afinidade com o nosso ser, quer dizer, somos um corpo físico ou denso, um corpo energético ou prânico, emocional, mental e até como um Buda, que seria o mais próximo e reflexo da divindade ou energiaprimigénia. Aproximemo-nos às suas estruturas culturais e espirituais, ou ao aspeto ecológico, económico, político, global ou metafísico.

O seu corpo mais denso ou químico

O filósofo grego Aristóteles (384-322 a. J.C.) definiu-a como um dos quatro elementos constituintes do Universo (os restantes são ar, terra e fogo). Durante muito tempo a água foi considerada como um corpo simples, uma matéria-prima sem possibilidade de separação.

Todos os gases conhecidos até então eram e podiam estar contaminados por vapores ou odores que a convertiam temporalmente impura. Foi no século XVIII, a partir de 1766, quando surgem os trabalhos e descobrimentos do químico e físico Henry Cavendish, (1731-1810), que descobriu que a água não é um elemento, ao sintetizá-la por combustão de hidrogénio no ar, desta maneira a composição da atmosfera, afirmando quea água está composta por ar deflogisticado (oxigénio) unido ao flogisto (hidrogénio). A partir desta sintetização foram aparecendo trabalhos de vários investigadores, como o químico e teólogo inglês (Joseph Pri 1733–1804) e o químico sueco de origem alemão Carl Wilhelm Scheele (1743–1786), entre outros. Posteriormente, o químico Francês, Antoine Lavoisier (1743 –1794), intitulado, o pai da química moderna, no ano 1790, proporcionou a prova com a fórmula H2O. Desde então a relação 2:1 de ambas as substâncias já não era posta em causa.

O composto químico que resulta na água são dois átomos de hidrogénio unidos por uma ligação covalente a um átomo de Oxigénio.

O átomo de Hidrogénio pode aceitar dois eletrões, mas retém só um e o de Oxigénio que pode aceitar até oito, retém somente seis. O resultado é que a molécula de água, ainda que com carga total neutra (número de protões e de neutrões igual), já que o átomo de oxigénio atrai eletrões muito mais fortemente que o átomo de hidrogénio.

Consequentemente, leva a uma carga resultante positiva nos átomos de hidrogénio, e uma carga resultante negativa no átomo de oxigénio, transformando-a numa molécula polar, já que em torno ao oxigénio se concentra uma densidade de carga negativa, e os núcleos de hidrogénio ficam parcialmente desprovidos dos seus eletrões, na densidade de carga positiva, este equilíbrio nas cargas elétricas, adicionado á geometria não lineal da molécula de água faz com que na prática, a molécula de água se comporte como um dipolo, estabelecendo interações dipolo-dipolo entre as próprias moléculas de água e formando desta forma ligações ou pontes de hidrogénio, a carga parcial negativa do oxigénio de uma molécula exerce atrações electroestáticas sobre as cargas permanentes.

Um exemplo típico é a molécula de água. A disposição tetraédrica das orbitais do oxigénio determina um ângulo entre as ligações de aproximadamente 104,5 especial levemente elástico que é o que dá origem a algumas características da água. O interior negativo resulta em tensão alterna constante. Por esta grande alternatividade no interior da molécula, a capacidade de ligação da água, é uma característica destacada. Os polos de distinta carga atraem moléculas de água do ambiente e ligam-se entre si formando as chamadas pontes de hidrogénio.

Estas ligações juntamente com o caráter dipolar da água constituem os elementos principais da estrutura da água, o oxigénio fica carregado e a distribuição da carga elétrica não é simétrica em torno ao centro pelo que se origina uma molécula polar, ou seja, uma molécula que se comporta como um dipolo.

O ângulo r de uma molécula de água é similar á de uma bactéria, dois polos eletromagnéticos que captam e libertam eletrões de cargas opostas, chamadas pontes de hidrogénio. Estas ligações junto com o caráter bipolo são os elementos principais da estrutura da água.

Mas a chave de muitas propriedades da água reside na variável, ainda que sejam uniões débeis. O fato de que à volta de cada molécula de água se disponham outras quatro moléculas unidas por pontes de hidrogénio permitem formar na água (líquida ou sólida), uma estrutura de tipo reticular e esta capacidade de agrupar ou fracionar estas associações (c) moleculares, algo que não é tão fácil com outros líquidos, são o responsável em grande parte, das suas copropriedades físico-químicas. Graças a esta propriedade, as nuvens e as gotas da chuva, abrem o seu corpo pránico ou o seu comportamento físico, as ligações que podem realizar as moléculas individuais com as suas vizinhas formando cadeias moleculares de tamanho comportamento anómalo e da particularidade das suas moléculas de água tendem a formar agregados como o que se mostra esquematicamente no diagrama, sendo esta a razão pela qual se formam. Tentamos enumerar algumas destas características ou propriedades físicas. A sua ação dissolvente, força de coesão e de adesão ou o seu grande calor específico e de evaporação não polares que são virtualmente insolúveis em água (“a água e o azeite não se misturam”) e, portanto, são hidrofóbicos (do grego fobos, temer) no caso das condições iónicas os iões dos sais são atraídos pelos dipolos da água, ficando “presos” e recobertos de moléculas de água em forma de iões hidratados ou solvatados. É importante destacar as investigações realizadas pelo Jesuíta espanhol Martin-Artajo (1.904 – 1.984) que investigou e patenteou o que denominou “sistema SLACKSTONE II” que consiste em modificar a constante dielétrica dos dissolventes da água aumentando o momento ÁTOMO DE AGUA ORDINARIO & = 105º ÁTOMO DIPOLARIZADO &’ = <105º, ou seja, de tal forma que o momento dipolar aumenta, aumentando também a capacidade dissolvente da água.

As moléculas podem dissolver o sal já que são polares. A ação dissolvente é devida à sua capacidade para formar pontes de hidrogénio (talvez mais importante) com outras substâncias. O caráter polar da água converte-a em um excelente Ivente para os solutos polares e iónicos, que se denominam hidrófilos (do grego ydor, água y philos,amante), por outro lado, tem dificuldade para dissolver os compostos da molécula de água criando um campo, eletro-físico, para poder aumentar a capacidade elétrica da molécula de água e influir desta forma na colocação dos átomos de H e O distanciando o átomo de O dos átomos de H, e diminuindo assim, o ângulo de colocação espacial dos mesmos, atraindo os iões da superfície do grão de sal, rodeando e separando as suas moléculas. Se nos aproximamos do comportamento hidrófobo, o fato de que os grupos hidro e as complexas estruturas espaciais que apresentam as proteínas, o ADN e as bicamadas lipídicas das membranas celulares. Na ausência de água, todas estas estruturas seriam instáveis. É como o yin e yang da vida e na água não poderiam ser de outra maneira, pois já desde o princípio a catalogávamos como “A essência densa do existir”. A sua força de coesão, deve-se a que a água, está formada pela união de moléculas de água, com forças que atraem e repelem (coesão – adesão), quer dizer, as pontes de hidrogénio, e manifestando-se em todas as direções verticais e horizontais quando se apresentam num meio equilibrado, formando uma estrutura compacta.

Se observarmos um copo cheio até à borda, temos a impressão de que tem uma pele, uma película estendida,que produz o efeito camada, e podemos depositar nesta superfície, pequenos objetos, quando estes, com uma densidade maior, deveriam afundar-se. Isto é devido ao facto das forças ativas no sentido vertical e devido à ausência de moléculas até a superfície que não podem equilibrar-se, produzindo efeitos de tensão superficial.

Uma gota de detergente é suficiente para mudar esta relação de tal maneira que a tensão arterial diminuiria até o ponto de um clips, por exemplo, que numa água normal sustentar-se-ia, nesta, precipitar-se-ia até ao fundo. A tensão superficial mede-se e define-se na unidade física do Mil newton/m (Mn/m.)

À propriedade dos líquidos para expandir-se, de maneira variável, em fissuras ou tubos estreitos denomina-se efeito de capilaridade. Esta força de expansão está em relação à massa do líquido e conservado pelas pontes de hidrogénio que se encontram a moléculas polares, por exemplo, num pequeno tubo com um diâmetro de um mm, a superfície exterior da água, que está em contato com as paredes, resulta particularmente grande em proporção à água, que não está em contato. A capacidade e força adesiva às paredes do capilar são muito maiores que a força do choque, o mesmo acontece, quando a adesão (capacidade de aderir maior que coesão), tensão interior ou força tensora acima, até atingir um nível superior ao de receber a coluna de água, equilibra-se com a pressão capilar. As veias de uma árvore podem chegar das raízes até à copa mais alta. Sem este efeito, a vida vegetal não seria possível. Nos líquidos com uma coesão superior à adesão, como o caso do mercúrio, a capilaridade não existe ou é, pelo menos, muito reduzida. Relativamente às propriedades de “calor específico” e “calor de vaporização” como explicávamos anteriormente, estárelacionado com as pontes de hidrogénio formadas entre as moléculas. A água pode absorver grandes quantidades de “calor” que utiliza para romper estas pontes e como consequência a temperatura eleva-se muito lentamente. Isto permite que o citoplasma aquoso sirva de proteção perante as mudanças de temperatura. Assim se mantém a temperatura constante. Para evaporar a água, primeiro há que romper as pontes e posteriormente as moléculas de água de suficiente energia cinética para passar da fase líquida à gasosa.

Para evaporar um grama de água, são necessárias 540 calorias a uma de temperatura de 20ºC..

Quando os químicos Dimitri Mendeljew e Julius Lothar Meyer, a finais do século XIX investigavam os elementos e peças constitutivas organizaram em forma de tabela as características repetitivas dos inícios da massa atómica crescentes. Nasce assim o sistema periódico de elementos. Deste sistema periódico de elementos deveria ter resultado, as propriedades da água, mas como a água, não se deixa classificar neste sistema periódico, falamosentão, das “anomalias da água”, tais como:

  • A água é quimicamente inalterável, o que não acontece com o ouro ou com a platina.
  • A água, de acordo com princípios físicos, deveria ser sólida e não líquida. -A tensão superficial da água é 10 vezes superior à que seria de esperar segundo as normas físicas.
  • Nenhum floco de neve, na sua estrutura é idêntico ao outro.
  • Nenhuma gota de água é exatamente igual à outra.
  • O gelo, seguindo “as normas” deveria pesar mais que a água e fundir-se, mas como se criam vazios e a sua densidade específica é mais leve que a água permanece na superfície.
  • Sem a camada “protetora” isolante do gelo, a vida nas águas não seria possível. (os lagos congelariam desde o fundo, com um efeito fatal para os seres vivos na água).
  • A temperatura da substância, normalmente aumenta quando está sujeita a pressão, mas a temperatura da água, independentemente da pressão, não aumenta acima dos 35,6C (caso contrário, os mergulhadores em cada imersão, sobreaqueceriam, como se tivessem febre).
  • Sem a capacidade da água para armazenar calor e frio durante muito tempo e de libertar os mesmos de forma gradual, as temperaturas ambientais sofreriam variações de mais de 100ºC.
  • Sem a unidade atmosférica, nada pararia o vento e a superfície da terra estaria exposta a ventos profundamente devastadores.
  • Se a água se comportasse “normal”, quer dizer, segundo as normas básicas das leis físicas e químicas, não existiria vida sobre a Terra.
  • Na água a transmissão das ondas do som é quatro vezes mais rápida que no ar.
  • A água é um solvente universal. Com o tempo, não há nenhum material que lhe resista, seja ferro pedra ou minerais. Disto deriva, “a última gota rompe a pedra”.

A água executa simultaneamente muitos trabalhos no nosso corpo. Não só, trabalha como veículo também dissolvente, meio de transporte ou líquido refrescante, mas também atua como portadora idónea de informação, combinando e diluindo os diferentes líquidos corporais, de forma individualizada, e, reagindo com uma grande flexibilidade à influência exterior.

Inclinemo-nos mais no interior da água e no que a princípio comentamos que era simplesmente água H2O e recapitulemos:

Até agora vimos o corpo denso da água, o que equiparamos ao nosso corpo físico ao que também podemos chamar corpo denso. Vimos também determinados comportamentos da água que podemos equiparar aos comportamentos enérgicos do ser humano e se introduzimos mais, vamos encontrar que as propriedades da água são comparáveis ao nosso corpo ou estruturas mentais e emocionais.

Refiro-me a esse poder que a água tem para guardar informações e transmitir as mesmas, mas para chegar a esse ponto devemos aprofundar algo mais nas suas estruturas, e aí encontramos os clusters.

Denominam-se clusters, a agrupação de unidades individuais inter-relacionadas mutuamente em todos os sentidos (verticais, horizontais, etc.) que estabelecem vínculos de interdependência funcional para o desenvolvimento dos seus processos. Esta definição serviria para o universo, aproximando-nos aos clusters das galáxias que são os objetos maiores conhecidos, ou os clusters empresariais onde se agrupa um número determinado de empresas com uma interpelação específica ou também uma forma operativa do mundo da informática como pode ser o Linux. Mas nesta viagem em direção ao pequeno cluster onde nasce o mais simples, a direção onde queremos aproximar. Os clusters da água são uma quantidade de indivíduos associados entre si e que se consideram como uma unidade uniforme, sendo variável a quantidade de moléculas que os formam.

As cargas diferençadas no hidrogénio de carga positivarepresentam um dipolo como cargas iguais, repelem-se cargas distintas, atraem-se as moléculas, une-se até formar determinados desenhos padrões, cujas agrupações tridimensionais são denominadas “cluster”. As ligações das moléculas entre si são ligações hidrogénicas e estas pontes de hidrogénio são as que se encarregam de transmitir a informação à água.

As moléculas de água que determinamos como pequenos triângulos isósceles cujos vértices estão ocupados por um oxigénio e dois hidrogénios, com as forças de união de suas ligações covalentes, tem algo mais.

(O senhor Jhon Anthony Pople (1925 – 2004), prémio Nobel de Química em 1998) expôs uma novidade extraordinária: “Os hidrogénios de uma molécula unem-se do oxigénio do seu vizinho por meio de ligações de hidrogénio de uma força mais débil, isto é, que cada átomo se une a quatro de hidrogénio, mediante duas ligações covalentes normais, e a duas ligações de hidrogénio, o oxigénio no centro do tetraedro e os quatro hidrogénios nos vértices com cargas electroestáticas que diferem”. Nestas ligações de hidrogénio,descobertas por Pople, operam com uma força muito mais débil que os covalentes normais podem alongar-se, dobrar-se e moldar-se sem que rompam. Desta forma estas ligações podem absorver armazenar e ceder energia como a alta capacidade calorífica. Estas ligações comportam-se como se fossem umas molas flexíveis, que modificando as suas caraterísticas posicionais e espaciais de infinitas maneiras distintas armazenam, captam e transmitem como os elementos da memória de um computador. A maioria dos físicos e químicos especializados nestes campos, conservando numa ortodoxia conservadora, admite que a estrutura da água esteja ordenada em tetraedros igual à de um cristal de quartzo.

Se continuássemos a caminhar nesta direção teríamos que começar a falar da Física Tetraédrica e do físico japonês Sinichi Seike, com a sua teoria batizada “ultra relatividade”. Tendo esta teoria como base conseguiu modificações gravitarias e inerciais que implicam curvaturas locais do espaço e do tempo, esta teoria é a Física tetraédrica. De acordo com as leis da quântica e o princípio da incerteza de Heinserberg estes tetraedros “aquosos“ que formam as unidades moleculares da água covalentes com cargas elétricas muito diferentes, ao mesmo tempo em que os eletrões que desaparecem de um vértice, aparecem no outro segundo expõe o Professor Alberto Borras (energias cósmicas da água, figura 1).

É por isto que os clusters de água emitem sinais de energia típicos que dependem do movimento das suas moléculas individuais, e é por isto que os clusters da água formam estruturas quase cristalinas. Estas redes vibram com altas frequências de grande variabilidade.

Podem ser similares às ondas de radio, e podem ser captadas (o que está a fazer um grupo de investigadores de químicos da Universidade da California em Berkley) com um espectrómetro de absorção por infravermelho, armazenando aí as informações.

Neste ponto devemos perguntar sobre o poder de memorizar da água e todas as bases, já que é nesta particularidade da água, que se estabelece a homeopatia. A homeopatia, como terapia médica, foi criada pelo médico alemão Samuel Friedrich Hahnemann (1755 – 1843) o princípio básico desenvolvido por Hahnemann está baseado em “curar com o mesmo”. Trata-se de administrar uma pequena quantidade de substância cujos efeitos sejam similares aos da doença, ou seja, curar com aquilo que adoece um indivíduo saudável. Uma série de observações conduziu a Hahnemann a pressupor que, quanto menor a dose administrada ao doente, mais rápida e eficaz seria a cura, estabelecendo-se assim um dos princípios básicos conhecidos como o principio da dose infinitestinais. Qualquer produto elaborado para administrar ao paciente, de acordo com a teoria homeopática consistiria numa pequena porção da substância ativa no preparado. A única explicação lógica que podíamos buscar neste princípio é que, no processo de diluição do princípio ativo, o meio no qual se dilui, normalmente água, seja capaz de “memorizar” as características do agente ativo, e evitando sua toxicidade, já que aquele desaparecia.

Partindo do princípio que isto é correto, para que o tratamento fosse mais eficaz seria necessário agitar vigorosamente o preparado durante o seu processo de diluição para que desta forma todas as moléculas do dissolvente entrem em contato com a substância ativa. É o que se conhece como dinamização, e exige não só uma agitação intensa das mostras preparadas, mas também que o processo se realize nas sucessivas fases de diluição 1/10 1/100.

Ou seja, dissolvendo sucessivamente uma parte da mistura original de 10 ou 100 partes de dissolvente respetivamente, repetindo a continuação o processo. O número de repetições efetuadas determina a potência da dissolução, em decimais (ou centesimais) hahnemannianos: DH (o CH). Com isto e todo o anteriormente exposto podemos estabelecer que os clusters assim emergentes constituíssem à sua parte, segundo o princípio da ressonância, uns padrões de oscilações que podem chegar ao seu efeito até níveis insuspeitáveis, pela frequência de oscilação, maior será o impulso que encadeia a cura. O científico Frances Prof. Jacques Benveniste, no final de 1980, tornou-se conhecido mundialmente pelos seus trabalhos sobre “a memória da água”. “O seu grupo, que trabalhava então, num dos maiores institutos de investigação em França, publicou em 1988, um artigo na revista técnica de ciências natural mais famosa, “Nature” (vol. 333, nº 6176), confirmando o principio da ação da homeopatia”.

A existência da memória da água permitiria justificar os postulados da prática homeopática, cujo postulado fundamental, é como já expusemos o princípio de semelhança que merece realmente o título de postulado, quer dizer, uma afirmação considerada como correta, mas não demonstrável.

A experiência, contudo, sobre a qual Benveniste queria apoiar a sua descoberta, não tem nada a ver com o principio de semelhança. Aqui não se trata de curar absolutamente nada, nem sequer “in vitro“. A novidade, é que Benveniste observou estas reações com dissoluções de anticorpos de tal “potência“, que, evidentemente, não resta o mais mínimo vestígio de anticorpo na dissolução. É nisto, que se basei especialmente Benveniste para afirmar que a água mantém “memória” da substância biológica com a qual esteve em contato, sem conceber nenhuma hipótese alternativa que justifique o efeito observado.

Se o mundo técnico tivesse reconhecido os resultados, teria sido necessária uma revisão completa dos fundamentos da bioquímica. O que ocorreu foi o detonador de um dos maiores escândalos da ciência. Anos mais tarde, em março de 2001, o professor Milgrom escreveu no “Guardian” sobre as experiências levadas a cabo pela biotécnica Prof.ª Madeleine Ennis da Queen (Universidade de Belfast). Inicialmente, o objetivo dos seus novos estudos sobre a homeopatia era poder experimentar com um “não-sentido“ a tese da água de memorizar informação. Cientistas da Universidade de Belfast levaram a cabo uma experiência de grandes dimensões, formando parte dele também, universidades e laboratórios na Bélgica, França e Itália. Dos estudos derivou o reconhecimento que as moléculas de água “tendem a organizar-se de alguma maneira e de forma estável pelo que podem memorizar informação absorvida e por sua vez previamente de outras moléculas”.

O Prof. Bernd Kroplin (do Instituto De Estática e Dinâmica aeroespacial) da Universidade de Stugart, sugeriu quase como efeito secundário que a água possui memória. Num processo de “secagem de água”foram expostasa um campo alternamente eletromagnético de 50 Hz e de 500 Hz, (o efeito de um telemóvel em funcionamento), e examinadas através do método micro-óptico, ondese observaram as fases de secagem da água e logo foram comparadas. Se se produz alguma alteração, então falamos de que teve memória de informação e de que existe uma memória. Estes ensaios provaram que a radiação emitida por telemóveis causa uma redução da estrutura básica da água, o que afeta a qualidade, inclusive sem ter utilizado substância alguma, seja química ou outras.

Da mesma maneira examinou-se a saliva, demonstrando-se que esta tinha sido afetada significativamente. Kroplin insiste que os resultados se podem reproduzir e que resistem à comprovação científica.

Nos últimos anos, no que concerne à qualidade da água, atribuiu-se uma grande importância às suas características físicas, especialmente às que envolvem a estrutura molecular e a capacidade da água para agrupar-se de diversas formas.

Os modelos atuais para o comportamento da água líquida e as estruturas principais que explicam as anomalias físicas e químicas da água são as agrupações icosaédricas de um número determinado de molécula, trata-se de uma rede fechada de moléculas cuja estrutura permite que se contraísse e expanda para conservar o equilíbrio entre as pontes de hidrogénio, permitindo uma elevada estabilidade, pelo que também se denominam estruturas metastáveis.

Uma demonstração adicional muito interessante desta força ordenante que atua foi aportada há pouco por um grupo de investigadores de química-física na de Universidade de Pennsylvania. Descobriram que estas se agrupam em estruturas de ordenação superior. Em Cinco “Tetraedros, hexaedro, octaedro, dodecaedro y icosaedro”. (terra, fogo, universo, água e ar).

Uma única molécula de H2O forma já um minúsculo tetraedro (uma pirâmide equilateral) e pode, por exemplo, agrupar-se em estruturas dodecaédricas de vinte moléculas individuais, o que se parece ao desenho de uma bola de futebol. Desta maneira constituem-se na água complexas estruturas estáveis, ficando intactas até mesmo no vapor de água, pelo que se deduz que possuem uma grande energia no seu interior. “Estas formações podem ser qualificadas também como “densidade de informação extremamente alta”“.

O grau da estrutura da água é tão alto como o dos cristais (a estrutura de ordenação mais alta conhecida), pelo que estes agrupamentos se denominam também “cristais líquidos ou “água cristalina.”Dependendo da graduação da ordenação da informação, as forças de união para a memorização da água são diferentes”.

O jovem engenheiro investigou Bernhard Rateies, quem desenvolveu o sistema UMII de energia da água, trabalha meticulosamente e de acordo com os princípios da santa geometria, nos seus sistemas de ativação de água, (de linhas especialmente acertadas). Estes aparelhos conseguiram entrar rapidamente no mercado no campo da ativação da água.

Existem também teorias cujo ponto de partida é que a água sabe tudo. Pela sua longa história e sua onipresença teria imprimido o conhecimento histórico do mundo inteiro. As substâncias ativas quando entram em contato com a água, não imprimem informação nova, só ativam estruturas particulares da memória. Seguindo esta teoria a água funcionaria de forma similar ao cérebro humano, por excitação externa gera-se estimulação da memória, o que ativa por sua vez as lembranças. Estas estruturas podem ser comparadas a um tecido pré-traçado com pinças: por muitos lavados que sejam não perde as pinças originais cuja eliminação faria falta proceder de uma forma especial.

Quase todo o “saber” da água é eliminado quando se aquece o vapor até à temperatura de 400ºC. Desta maneira seria possível livrar a água de dados; algo que os utilizadores de computadores conseguem já mediante o disco duro ou por formatar o disco duro. A destilação da água está baseada nessa ideia. Até “agora a nossa capacidade de informação e informações do sangue de Gaia é também nossa”. O nosso passado, com todos os processos de reação e com o secreto mesmo da vida no Universo.

Ante o que nos enfrentamos, o que num princípio apresentamos como “simplesmente água” está a converter-se em porção inimaginável (até agora) pela própria ciência. Nesta vida nem tudo é ciência, existem também outros métodos de investigação e de confirmação que são tão válidos como o próprio sistema científico, apesar de que esta não a admita, logicamente. Até agora a água tem determinadas capacidades aparentes de poder chegar a ter toda a informação do Universo, talvez seja capaz de transmitir informações como nós, e o “sangue de Gaia” também éo nosso sangue. Toda a vida, com certeza, não é senão água, privada da água reduz-se a uns poucos quilogramas de sais minerais. Como todos os seres estamos feitos de água, esta não se conecta. Segundo o biólogo Claude Bernard (1813 – 1878): “Quando o homem saiu do mar, levou o oceano consigo” Talvez o caminho para encontrar-se consigo mesmo seja o encontro com a água. Por algo somos iguais em 70%.

Alguns cientistas modernos sustentam que os ritmos e os rituais da natureza nos perseguem eternamente, parte de um superorganismo vivo que os antigos gregos chamaram Gea, entre outros nomes de divindades. Hoje, falamos de Gaia, esta Mãe terra, em cujo claustro aquático, vivemos.

Mais ainda, como todos os mamíferos nós desenvolvemo-nos no período de gestação, submergidos num microcosmo aquático, salgado e cálido. Durante o resto da nossa vida sentiremos uma atração irresistível pela água, que nos vincula com nossa origem por dupla partida, individualmente e como espécie. Em todo caso, tanta familiaridade com este elemento fez que a maioria das pessoas não tivesse reparado na sua estranha singularidade e nos mistérios que nos expõem.

Investigadores como Theodor Shwenk, Peter Redgrove ou Victor Schauberger, reconheceram nos modelos da sua fluidez uma direção em relação com a natureza e connosco mesmos, Schwenk, na sua obra, o Caos Sensível, uma verdadeira obra-prima no campo da investigação escreveu: “Um riacho que serpenteia sobre as pedras do seu leito, engendra superfícies internas que são verdadeiros órgãos abertos ao céu, que percebem no rio do advir cósmico”. Ao ser absorvida, é espalhada pelas plantas, animais e pelo homem e por todas as criaturas terrestres. “Transmite-lhes todas as impressões recebidas e difundem as mesmas por todas as partes”. Deparamo-nos com algo grandioso e não o entendemos. Conectamos “figuras aquáticas sonoras” com o nosso ambiente através de uns vórtices ou chacras que são remoinhos capaz de dissolver uma multidão em algo, dito princípio foi levado à prática pelo bio-jardineiro e antropólogo Ralf Rössner, no sentido do clássico princípio do tornado….Segundo Schauberger. Ovos de cristal de silicato (como um relógio de areia) montados em cadeia. Neste caso também, o êxito é deslumbrante. “A esse sério bio-jardineiro, a utilização de dita água murmurando-lhe alegremente pequenos remoinhos e órgão sensoriais abertos ao céu que depois de percebida por todas as criaturas terrenas transmite todas as impressões recebidas e estruturas que formam parte das substâncias nocivas”. Simplesmente a água revelou ser essencial para o cultivo ótimo da “raiz de luz de china”, uma planta que dá energia luminosa ou cria, não era científico, senão observador e foi inventor e “preparador de caminho” da energia livre” posterior. Pela sua tecnologia do cérebro”, pela sua capacidade extraordinária de compreender a natureza e a técnica distinguia-se no campo da natureza realizada por Schauberger que teve já a sua corroboração científica. O físico atómico, Prof. Félix Ehrenhaft (1879 – 1952), conhecido pelos seus trabalhos sobre “os movimentos de pequenas partículas de matéria no campo magnético em raios… de um feixe de luz”,comentou relativamente das suas investigações as conclusões resumidas, recompiladas durante 15 anos de trabalho de investigação pelo Callum Coats,e que foram publicadas por primeira vez há poucos anos sob a “Evolução da Energia”. Além disso, durante estes ensaios, no tornado produzia-se uma força centrifuga 130 vezes maior que a força direção interior e, desta forma, nesta viagem ainda nos resta aprofundar o seu comportamento. Como já sabemos é constituída por dois átomos de H de carga positiva unidos a um átomo de O duplo. E falta ainda aprofundar a luminescência energética…. Viktor Schauberger, (1885-1958) o pai da investigação moderna da água, recordou a teoria do tornado… para o tratamento de água. Excelente conhecedor da natureza, implosão, contrário diametralmente a nossa atual tecnologia de explosão, conhecido também como o “pensador límbico“ e como o “cientista da metade direita australiana: “ O que é totalmente novo e surpreendente, é que o movimento das partículas no campo não ocorre em linha reta, se não por via em espiral, com formas, tamanhos e frequências de rotação muito similares às da gravidade “ (forças toroidais) do comportamento da água e molécula de água, carga negativa por meio de duas ligações neste o composto químico que resulta na agua. O átomo de H pode reter dois eletrões, mas, retém só um e o de O que pode aceitar até oito e tem apenas seis. Assim sendo, passamos a especificar um pouco mais que parte do átomo é espaço vazio, o resto consiste num núcleo carregado efetivamente de protões e neutrões rodeados de nuvem de eletrões com carga elétrica negativa. Ou comparado com os eletrões. Hoje em dia, os cientistas já aceitam a existência de um movimento permanente, que se aplica inclusive ao que chamamos matéria morta (as pedras). Estes movimentos não são percetíveis ao olho, mas existem instrumentos de alta sensibilidade capazes de demonstrar que os átomos não são as partículas giratórias equivalentes de substâncias líquidas ou gasosas, a velocidade destas partículas giratórias equivalentes movem-se em torno de um ponto, tem um       movimento angular, por exemplo, tem uma órbita ao seu redor de sol e um movimento angular intrínseco por uma rotação diária ao redor do seu eixo. Na Terra ocorre o mesmo, e proporcional ao eletrão uma orientação direcional, (ao proporcionar-lhe propriedades idênticas às de um objeto sólido que gira). Ao ter um momento magnético intrínseco, que o converte num íman diminuto, alinha-se ao longo do seu eixo rotatório. Através desse momento magnético, que é uma propriedade das partículas, verifica-se uma alineação do eixo com o campo magnético. Para entender melhor qualquer objeto que gira, o momento angular movimento anual tem o seu momento angular, elemento que corresponderia ao movimento em torno do núcleo um momento pela rotação sobre seu eixo. Estas voltas, quando são no sentido das agulhas do relógio chamam-se “spin acha à direita“, e os que são no sentido inverso, “spin acha à esquerda“. Com o momento magnético, que é uma propriedade das partículas, provoca-se a alienação do eixo com um campo magnético, da mesma forma que a agulha de uma bússola ante um campo magnético terrestre. As moléculas de água e os seus átomos também estão, quase sempre, em volta da matéria, o spin é á esquerda, isto seria o “caso normal”. Agora, o caso normal que é a quantidade. Quando o átomo está num equilíbrio ideal, deveria ser capaz, á direita ou á esquerda. Com a água, tal como encontramos, principalmente nas águas que nascem no impacto negativo do meio ambiente (sobrecarga eletromagnética). Peloque as partículas suspendidas na água e em rotação permanente, estão sob a influência dos campos magnéticos que se instalam ao possuir cargas elétricas.

Por este motivo, os campos magnéticos que são instalados nas equipas de tratamento de águas podem atuar sobre os clusters de água e compensar estas influências.

Um dos investigadores da água o engenheiro alemão Peter Gross, nos seus seminários de divulgação da Gie de inversão, e, com libertar as informações daninhas de “ redemoinhos“ ao mesmo tempo sistemas de polaridade entre a orientação norte comprovar em mediação. Hoje sabemos que a agnéticas, ou seja, informações mediante as quais é possível transmitir á água interna as nossas frequências e longitudes de ondas de frequências existentes na natureza Curril W. Smith de La Universidade Salford na Inglaterra pode demonstrar mediante estudos a duplo cego, que as alergias podem ser produzidas por determinadas frequências eletromagnéticas e que são próprias das sustâncias que provocam alergias.

No estudo, uma solução levemente salina foi submetida durante 15 minutos a radiações com uma frequência específica. Quando uma pessoa alérgica entra em contato com a mão com a frequência da sua alergia, manifesta imediamente, reações típicas de defesa de maneira que não era necessário que ingerisse “água informada“. Surpreendentemente, foi, também, possível conseguir deter a reação alérgica, inclusive anular a mesma, no momento em que o paciente apanhou com a mão outra ampola com a contra frequência exata neutralizante apesar de que estas frequências existiam somente como informação impressa á água.

Exposto isto, parece absurdo e infantil pensar que com os tratamentos físicos e químicos aos que subtemos a água das nossas cidades, somos capazes de transformá-la no que chamamos “potável” e que seria denominada como água “não manifestante daninha“. É exatoque, determinadas substâncias ativas, são eliminadas por filtração ou neutralizadas com a adição de certos produtos, de acordo com os conhecimentos que se possuem, a informação. O físico e investigador alemão Wolfgang Ludwig (1927 – 2004) durante a sua vida manteve a .. O Dr. Ludwig, consultor da World-Reseach Center de los Angeles e colaborador de La Temple University em Filadélfia, dedicou muitos anos a sua atenção ao tema do impacto do nosso ambiente sobre os fluxos de energia. Foi um dos primeiros a afirmar que o nosso organismo produzia as frequências eletromagnéticas próprias das substâncias daninhas e sustentou que a água possui a capacidade de descompor em níveis de determinadas frequências, informação impressa previamente e transmiti-la a outros. Demonstrou no que se sabe a respeito do ar, como eletrosmog, também se produz na água. Cientistas que passaram a forte influência sobre sistemas, por exemplo, organismos vivos, existência do smog de água ou “aguasmog”, e qualificava uma água de tais características como a causa de muitas doenças. As suas experiências demonstraram que com a atual qualidade da água potável, e necessária ao longo para soltar a água, por via natural das vibrações das substâncias nocivas. As vibrações assim emergentes conseguem levar a uma nova orientação estrutural da parte aquosa potenciando as forças saudáveis reparadoras e, simultaneamente, expulsando as doenças na atualidade no Instituto em Horb em Alemanha continuam com as experiências nesta linha de investigação. Muitos físicos investigadores estão convencidos que sendo o nosso organismo 70% água e conhecendo todos os possíveis danos que lhe podemos infligir não só pela ingestão de águas com informações prejudiciais, conservantes e aditivos. Mais os 1.000 produtos químicos de síntese que se lançam ao mercado anualmente, mais as radiações dos dispositivos elétricos com os quais convivemos diariamente e que também criam campos magnéticos como, por exemplo, motores, televisores, mobiliário de escritório, telemóveis, micro-ondas, cabos elétricos nos lares e as linhas de potência que os provêm, tudo isto, tem que estar severamente a nossa saúde e podem ser as causas de aparecimento de muitas doenças, já que muitos destes cientistas estão convencidos que as doenças que padecemos na atualidade são originadas pela acumulação de todos estes produtos tóxicos acumulativos, incluindo nestes resíduos as % de plasma marinho que somos. Poderíamos continuar a realizar esta informação divulgativa e insistir em olhar para baixo, para o menor, mas a informação que existe transformar-nos-ia num trabalho excessivamente técnico nos fóruns adequados. De qualquer das formas e antes da água desde um ponto de vista mais global não quero afectar alguns cientistas como o alemão Prof Fritz Albert dos biofotões ou partículas, ao microcosmo da água ou continuar a abordar o necessário para fazer um tratamento posterior suficiente, mais a ingestão de produtos contaminados por uma imensidade de pesticidas, colorantes, aromatizantes e outros novos e 90% de informação antinatural que possuímos nesses 70 s. É tanto por físicos ou químicos investigados e deixar de mencionar Popp, investigador de luz, medindo as radiações ultradébeis nas células vivas. Estes biofotões ou partículas de luz que encontramos desde a zona ultravioleta, passando pelo espectro de luz visível, até à zona infravermelha são pulsos coerentes e harmónicos, que se armazenam no ADN, e se propagam á velocidade da luz. A bióloga de Milano Enza Ciccolo e os seus investigadores juntamente com o Instituto Mario Negri da Universidade de Pisa, chegou á conclusão de que a vibração da água é determinante para a sua qualidade. Estudando as “particularidades” físicas, medicinais e energéticas das águas de nascente dos 5 lugares europeus de peregrinação mais conhecidos e mediante medições físicas, descobriu em Lourdes as chamadas “ água de luz branca”.

O médico suíço Dr. Hans Jenny, que nos anos 60 do século passado, e aprofundando a técnica do cientista Ernst Florenz Chladni (1756 – 1827) ( consistia em produzir umas vibrações com o arco de um violino sobre umas placas de cristal, nas que se havia espalhado areia fina, para que se gerassem e se fizessem visíveis as figuras que conhecemos hoje em dia como Chladni) e transferindo estas técnicas que de acordo com o som escolhido, faziam estruturas na água, e as quais classificou como “ ondas estagnantes”

Também o fotógrafo e investigador Alexander Lauterwasser, que com efeitos de complexos sons e música obteve uns resultados impressionantes. (asua técnica consistiu em transmitir oscilações sonoras á água através de um recipiente criando, assim, na sua superfície uma multidão de estruturas impressionantes chamadas “figuras” aquáticas e sonoras tornando-as visíveis através de reflexos luminosos especiais, para logo fotografar e filmar). O Dr. Dieter Aschoff, inventor do conhecido teste sanguíneo Aschoff, e que insistiu em ressaltar a importância da orientação magnética do sangue, por exemplo, em todos os doentes de Cancro o sangue tinha perdido sua orientação magnética.

O trabalho do físico russo Konstantin Korotkov catedrático da Universidade de San Petesburgo, consistiu em desenvolver na Rússia o Sistema de Bioelectrografia GDV que permite medir os fotões e eletrões da superfície da pele e os seus parâmetros quânticos, demonstrando a existência dos corpos energéticos ou de luz. Também houve estudos relacionados de Cancro com a água, como os que a meados dos anos 60 do século passado, realizou o Prof. Louis-Claude Vicent(1906-1988)   chegando a uma conclusão similar à que já tinha chegado anteriormente o engenheiro Lakhovsky ( 1870 – 1942 ) mas que de acordo com as suas observações, as cidades que eram abastecidas com água de nascentes e brandassem cloro, as incidências de s. estabeleceu uma relação entre a qualidade da água potável e as incidências do cancro. Manteve a opinião, que somente se deveria beber uma água que unisse as qualidades da “água de nascente“ dado que tem uma maior densidade de ordenação e de informação obtida de modo natural. Esta relação da água saudável confirmou-a com uma suas demonstrações mais populares: ao beber 1 litro de água de nascente (que pesava exatamente 1 kg), o seu peso corporal não só aumentou como também absorveu o pulso vital de ordenação,o cancro era claramente mais baixo 300-400 gr.Coisa que não ocorre a com La. Já Victor Schauberger, com a água das cidades,metade da água de nascente foi diretamente pelo organismo como informação energética, ou ao ser cristalizada, o que prova que os pensamentos e as emoções podem alterar a estrutura molecular da água o que nos faz compreender a forma íntima em que estamos conectados todos os seres. Depois de todas as informações que manipulamos chegamos facilmente à conclusão de que uma água química é constituída por organismos vivos. Por outro lado, medições eletromagnéticas demonstraram que as chamadas águas de nascente têm frequências especialmente positivas para organismos vivos, inclusive em casos onde a composição química é o oposto da água limpa (simular a água do Ganges). Temos de entender e compreender que uma água saudável e viva se distingue pelo alto grau de intercâmbio de fotões com o seu ambiente, de modo que se mantém intacta a comunicação luminosa, ao contrário do que ocorre com a água intoxicada (incluindo o espetacular trabalho do Doutor Masaru Emoto (1943) graduado em Relações Internacionais no Departamento de Humanidade que com o seu trabalho de investigação procedente da análise da água em diversos países e procedência (energias sutis relacionadas com a consciência), nos mostra umas magníficas imagens da água cristalizada no seu livro “Mensagens da Água“. Evidenciando que os pensamentos e as emoções podem alterar a estrutura molecular da água, e levando-nos a compreender a forma tão íntima como a que estamos conectados os sereshumanos , a água e o universo. Depois de todas as informações que dispomos, chegamos facilmente à conclusão de que uma água quimicamente pura continua a ter, deste ponto de vista, substâncias poluentes, e transmite estas vibrações que interferem a outros organismos vivos. Por outro lado, medições eletromagnéticas demonstraram que as chamadas águas de nascente têm frequências especialmente positivas para organismos vivos, mesmos nos casos onde a composição química é completamente oposta à água limpa (similar à água de Ganguees).

Devemos entender e compreender que a água saudável e livre se distingue pelo alto grau de intercâmbio de fotões com o seu ambiente, de tal forma que a comunicação luminosa se mantém intacta, o mesmo não acontecendo com a água intoxicada (incluindo as águas com poluição química) que praticamente deixaram de emitir luz.

Devemos entender e compreender que uma água insalubre tem as suas propriedades de ressonância alteradas devido às substâncias nocivas.

Devemos entender e compreender que uma água quimicamente pura não é sinónimo de água saudável.

Devemos entender e compreender que não somos somente um corpo físico, mas também temos uma estrutura luminosa, um corpo de luz.

A água é o recurso natural mais importante que temos. A sua escassez e a qualidade influem de maneira direta e fundamental sobre o nosso bem-estar e sobre a nossa sobrevivência.

No momento em que avaliemos a água não só segundo os critérios de observação com valores limites preestabelecidos (que são alterados segundo a conveniência do momento) baseados na ausência de determinadas substâncias químicas, e tomemos em consideração também os aspetos físicos, biológicos, o que significa todos os seus aspetos, eé quando veremoscom visão integral a qualidade da água. Aí, então, estaremos dispostos a admitir os métodos de exame ou investigação integrais, estudá-los e por sua vez aceitá-los.